Setembro
10 de julho de 1883
Chegou ao Uruguai, o Tenente Coronel Antero Anselmo Cunha, Chefe do Partido Liberal local, sendo homenageado pelas bandas Santa Cecília e Santa Rosa. Na ocasião, o capitão Carlos Norberto Moreira levantou um brinde a Gaspar Silveira Martins, ao Império e a Província. Em 30 de julho chegou a Canguçu o Dr. Francisco da Silva Tavares, candidato conservador a deputado, sendo recebido pelas bandas locais.
Informações: Correio Mercantil 31 de julho de 1883
5 de julho de 1892
Depois de assumir a Presidência do Governicho em Bagé, em reação a entrega do governo de Estado a Júlio de Castilhos, o general honorário Joca Tavares terminou entregando armas ao exército. E, mediante ordem do Presidente do Estado de Forças da 4ª Brigada Civil, ao comando do general Luiz Alves, tendo como uma espécie de chefe de Estado Maior, o polêmico Dr. Alfredo Varela penetrou em Bagé, tendo na vanguarda forças de Canguçu ao comando do Coronel Bernardino da Silva Motta, e de Piratini, ao comando do Coronel Maneco Pedroso.
24 de julho de 1895
Sob o comando superior do canguçuense General Hipólito Pinto Ribeiro teve lugar, em Campo Osório, um encontro com federalistas em sua derradeira tentativa de invadir o Rio Grande. Invasão liderada pelo Almirante Saldanha da Gama que aí foi alcançado, lanceado e morto pelos irmãos Tambeiro.
21 de julho de 1900
Canguçu prestou expressiva homenagem ao Marechal Floriano Peixoto, como o “Salvador da República”, no 5º aniversário de seu falecimento. Saiu da Intendência (atuais casas 985 e 979 da “Rua da Igreja”) um cortejo com três andores com o retrato do ilustre morto e símbolos da República. Depois de percorrer as ruas da vila ao som de música de bandas locais, retornou a Intendência onde tiveram vibrantes discursos de Leopoldo Garnier, orador oficial, e de José Albano de Souza, João Miguel de Morais e Joaquim Mendes Mota. Era intendente o Coronel Leão Silveira Terres, em seu segundo mandato.
Informações: Diário Popular de 21 de julho de 1900
3 de julho de 1908
Eleito intendente, assume pela 2ª vez a Intendência o Coronel GN Genes Gentil Bento, tendo antes exercido por três anos o cargo, por falecimento do titular Coronel Leão Silveira Terres.
18 de julho de 1912
Continua fazendo sucesso o cinema da Empresa Grecco e Cia.
23 de julho de 1916
Eleito intendente, tomou posse o Coronel Joaquim Maria Soares. Participou do sítio do Rio Negro, onde foi eleito prisioneiro e só conseguiu libertar-se no combate de Sarandi, com vitória militar do canguçuense General Hipólito Ribeiro, com o qual ele passou a servir.
3 de julho de 1920
Assumiu interinamente a Intendência de Canguçu o Coronel Avelino Borges, por indicação do Coronel Genes Gentil Bento, então chefe de Polícia do Estado.
7 de julho de 1923
O General Zeca Neto ocupou Canguçu pela 4ª vez.
18 de julho de 1923
Tem lugar o combate do Cerro Partido entre Netto, vindo da direção de Piratini, e Francisco Meireles, vindo da direção de Encruzilhada. Canguçu foi reocupado por forças estaduais. Participaram do combate o intendente de Canguçu, Dr. Raul Azambuja, e o Coronel Orlando Cruz que o sucederia na intendência de Canguçu 1924 a 1928.
23 de julho de 1935
Foi inaugurado pelo prefeito Conrado Ernani Bento o Sanatório Dr. João Swindt, que funcionou até o início da 2ª Guerra, sendo ali realizado as primeiras cirurgias em Canguçu. Mais tarde, foi reaberto com o nome de Casa de Saúde Cristo Rei, pelo Dr. João Mendonça.
15 de julho de 1945
Aterrou em Canguçu um Aeroplano Turismo, motor 65 HP, prefixo PPGA, pilotado pelo Dr. Iswaldo Muller Barlem, Juiz de Direito do Município.
26 de julho de 1959
Foi fundado o CTG Joaquim Paula de Freitas, no interior de Canguçu.
7 de julho de 1976
É concedido o título de cidadão de Canguçu a Carlos Eugênio Meireles, pelo amor a Canguçu, cujo hino comporia mais tarde.
31 de julho de 1990
Posses na ACANDHIS da acadêmica Dra. Yone Meirelles Prestes na cadeira de Dr. Walter Oliveira Prestes (seu pai), e da acadêmica Maria Helena Fonseca Rodrigues na cadeira do Coronel (farroupilha) Joaquim Teixeira Nunes, filho de Canguçu e considerado pelo General Tasso Fragoso “como a maior lança farrapa”.
13 de julho de 1994
Reunião da ACANDHIS com palestra do tradicionalista Dr. Mário Barbosa Mattos, pintor e bisneto do Coronel Theóphilo de Souza Mattos, comandante de corpo militar enviado por Canguçu à Guerra do Paraguai.
17 de julho de 1996
Depoimento na ACANDHIS do consagrado trovador canguçuense José Lino Dias, que integrou o Batalhão Suez do Brasil a serviço da ONU, durante a Guerra dos Sete Dias (israelenses x árabes), sendo ferido como motorista de um carro tanque. José Lino Dias lançou a fita cassete “Um caudilho no deserto”, na qual cantava inspirados versos e músicas a sua odisséia pessoal na Faixa de Gaza.
12 de junho de 1843
Chico Pedro, vindo de Porto Alegre, reuniu-se na estância de Malaquias Borba, localizada no Passo da Armada, com o Tenente Coronel Frederico Caldwell e o Tenente Coronel Joaquim Andrade Neves para dar combate aos Farrapos, no sul do Camaquã.
No outro dia, os imperiais iniciaram a travessia do Camaquã pelo Passo da Armada, para o norte.
23 de junho de 1857
Foi instalada a Vila e o município de Canguçu em cerimônia presidida pelo historiador Comendador Manoel José Gomes de Freitas, Presidente da Câmara de Piratini. Serviu de secretário Vicente Ferrer de Almeida, veterano da Guarda Nacional farrapa. Como primeiro serventuário de Justiça, estava José Ignácio Moreira, antigo Chefe de Gabinete do Ministério do Interior farrapo.
Nesta ocasião, o município incorporou os terrenos que haviam sido doados a Padroeira de Canguçu.
17 de junho de 1890
Era criada a Comarca de Canguçu, extinta em 27 de fevereiro de 1892, e recriada em 29 de setembro de 1909. A ela pertencia Piratini, só desmembrada em 31 de agosto de 1937, para integrar a de Bagé.
24 de junho de 1892
35 canguçuenses republicanos assinaram manifesto na intendência de solidariedade a Júlio de Castilhos que conseguia se reintegrar a Presidência do Estado de onde fora deposto pelo Governicho, que reagiu militarmente, em Bagé, pela liderança do General Joca Tavares, mais tarde líder militar da Revolução de 93.
1º de junho de 1945
Primeira visita pastoral a Canguçu do bispo Dom Antonio Zattera, ex-pároco de Bento Gonçalves e cabo do Exército.
3 de junho de 1951
O Colégio Irmãos Andradas ocupou suas atuais instalações ao lado da Casa de Cultura Marlene Barbosa Coelho sobre antigo cemitério da Igreja 1800-70. Foi inaugurado pelo prefeito Victor Marques Porto e iniciado pelo prefeito nomeado, Doutor Jaime de Farias.
11 de junho de 1955
Em cerimônia presidida pelo prefeito Conrado Ernani Bento, teve início o calçamento das ruas de Canguçu.
27 de junho de 1957
Visitou Canguçu o Governador Ildo Meneghetti, por ocasião do Centenário de Canguçu. Chamou-lhe a atenção o conjunto arquitetônico formado pela Igreja e atuais Secretaria de Educação e Cultura, além da Casa de Cultura Marlene Barbosa Coelho.
27 de junho de 1957
Foi inaugurado monumento aos povoadores de Canguçu com presença do Governador Ildo Meneghetti, sendo prefeito o Doutor Jacques Rosa.
12 de junho de 1961
Criada a Liga de Futebol Canguçuense.
20 de junho de 1978
Inaugurada a Casa de Cultura de Canguçu em instalação provisória abrigando Museu e Biblioteca Pública dentro do contexto da 1ª Semana de Canguçu. Iniciativa da professora Marlene Barbosa Coelho e apoio do Prefeito Gilberto Moreira Mussi.
Outorga pela Câmara Municipal do título de Cidadã Canguçuense a Irmã Firmina Simon, delegada da Academia Brasileira de História em Canguçu, que antecedeu a ACANDHIS, antes de 1988.
De 20 a 27 de junho 1978
Foi criada a 1ª Semana de Canguçu, marcada por eventos culturais diversos e divulgação dos aspectos históricos de Canguçu elaborados pela Delegacia da Academia Brasileira de História em Canguçu, integrada pelo Tenente Coronel Cláudio Moreira Bento (acadêmico), Irmã Firmina Simon (delegada), professoras Marlene Barbosa Coelho e Laedi Bosembecker e radialista Adão Jesus Marques Pereira.
A administração era do prefeito Gilberto Moreira Mussi. Na ocasião, foi lançado o lema “Canguçu: tua grandeza depende de nossa união!”.
25 de junho de 1978
Momento em memória a Conrado Ernani bento pelo MDB “ao saudoso líder que por três vezes foi prefeito de Canguçu, com relevantes serviços ao povo”.
27 de junho de 1978
Grande desfile comemorativo do 121º aniversário de Canguçu sob o lema “Canguçu, tua grandeza depende de nossa união”. Na organização atuaram os membros da Delegacia da Academia Brasileira de História, credenciada por seu acadêmico Coronel Cláudio Moreira Bento, Irmã Firmina Simon, Marlene Barbosa Coelho, Laedi Bachini Bosembecker e Adão Jesus Marques Pereira.
27 de junho de 1979
Foi inaugurada a Casa da Criança Santa Clara de Assis no Bairro Fonseca, atendendo a crianças de 3 a 6 anos, contando com apoio de profissionais de saúde de Canguçu.
22 de junho de 1988
Foi inaugurada a creche Santa Isabel para crianças de 3 a 6 anos.
4 de junho de 1990
Posse na ACANDHIS do acadêmico presidente Tenente Coronel Carlos Norberto Moreira. Foram diplomados o presidente de Honra, o Prefeito Nelson Edi Grigoletti, o sócio benemérito Egidio Soares Camargo e o sócio efetivo Gilberto Moreira Mussi.
26 de junho de 1990
A ACANDHIS promoveu reunião chamada Homenagem à Memória Viva de Canguçu, coordenada pela sócia efetiva professora Marlene Barbosa Coelho. Foram ouvidas 11 personalidades locais sobre o tema Ensino – Educação – Carnaval e Comércio. Os depoimentos foram gravados.
25 de junho de 1991
Reunião da ACANDHIS em que o acadêmico major Ângelo Pires Moreira apresentou trabalho sobre a Bandeira do Rio Grande do Sul, com a presença expressiva de alunos das escolas da sede.
27 de junho de 1992
Reunião da ACANDHIS com depoimento em vídeo de Ney Motta Martins sobre a Estância do Cristal. Também foram registrados depoimentos de Dário Motta Jacondino sobre a vinda da família Jacondino da Itália, e de Francisco Duarte Ribeiro, sobre laços familiares.
23 de junho de 1993
Reunião da ACANDHIS. Lançado o livro da acadêmica Ceres Rosa Goulart intitulado “Meu recado”. Depoimentos e Memória viva de Canguçu de José Moreira Bento, Ari Borges, Herondina Almeida Mota (Dona Dininha), Edith Nunes e Maria Cândida Terres.
25 de junho de 1994
Reunião da ACANDHIS em homenagem à Memória Viva de Canguçu. Depoimentos de Aires Almeida sobre o futebol de 1931 e de Jovelina Grigoletti sobre o ensino no interior de Canguçu. Marlene Prestes de Paiva falou sobre os festivais, e o acadêmico Doutor Lúcio Newton Prestes sobre estabelecimentos comerciais.
20 de junho de 1995
Reunião da ACANDHIS com resgate e divulgação biográfica de Adail Bento costa por Mirta Terres dos Santos. Foi usada sua tese de graduação em Educação Artística. Resgate histórico do Doutor Dirceu (Didi) Pires Terres por José Moreira Bento e Zeferino Couto Terres.
22 de junho de 1996
Reunião da ACANDHIS de homenagem à Memória Viva de Canguçu tendo como assunto o centenário do Clube Harmonia, com depoimentos de Júlio Aguiar Valente e sua esposa Alzira Pureza Valente, de Ernani Moreira Bento e sua esposa Arani Régio, de Edith Pureza Nunes e Marpha Bento Terres.
24 de junho de 1997
Reunião da ACANDHIS em homenagem à Memória Viva de Canguçu no contexto dos festejos dos 125 anos da chegada das irmãs franciscanas no Brasil em São Leopoldo (RS), com depoimentos de ex-alunos do Colégio Nossa Senhora Aparecida: Doutor Mogar Silvelra, Céres Goulart, Sadi e Neuza Silva, Doutor João Onete Rodrigues e Maria Bento Rodrigues, Elida Camargo e da sócia efetiva e coordenadora Marlene Barbosa Coelho.
23 de junho de 1998
Reunião da ACANDHIS em homenagem à Memória Viva de Canguçu com a presença do presidente de Honra Odilon Almeida Mesko. A acadêmica Yonne Maria Sherer Bento lançou para debate o Projeto Canguçu 200 anos.
Abril
Abril de 1776
Atravessou Canguçu proveniente do conquistado Forte de Santa Tecla, hoje cidade de Bagé, e com destino a ocupar posição no Taim, o major Patrício Correia Câmara no comando do regimento de Dragões do Rio Pardo. Atravessou o Passo do Camaquã de Baixo (Vão dos Prates) e percorreu o Itinerário Coxilha do Fogo (Encruzilhada do Duro), Coxilha Santo Antônio, Arroio das Pedras (hoje cidade de Canguçu), Coxilha dos Campos (hoje Vila Freire) onde atravessou o Rio Piratini – Travessia do São Gonçalo – Taim. Seu relatório de viagem está publicado em Dragões do Rio Pardo do Coronel Deoclécio de Paranhos Antunes. Canguçu já era conhecido como Arroio das Pedras, referência as nascentes do atual Arroio Grande.
23 de abril de 1811
Nasceu na capela de Canguçu o mais tarde Comendador José Gomes de Freitas, historiador dos primórdios da fundação de Canguçu e que presidiu a instalação do Município, em 1857. O historiador faleceu em 1884, com 75 anos.
23 de abril de 1866
O canguçuense Capitão José Barbosa descreveu em carta os honrosos do combate de Curupaiti, que durou 7 horas, com 4 mil mortos aliados:
“O que posso afiançar é que chovia tantas balas de fusil e canhão que não posso calcular como escapei com vida. Do Corpo de Canguçu, ao comando do Tenente Coronel Theóphilo de Souza Mattos, não morreu ninguém, porque não teve de entrar em combate neste dia”, disse.
21 de abril de 1883
Casaram-se às 21h na Igreja Matriz de Canguçu Felisberto Hermógenes Piegas e Túlia Luz, filhos de Zeferina Furtado e Júlio Luz. Uma movimentada comemoração na casa de Júlio Luz, que declarou que estava autorizado pela mãe do noivo a declarar livre seu escravo Luiz; e o pai da noiva seus escravos Feliciano e Carlota; e pelo Sr. Antônio Carneiro Lacerda seus escravos Feliciano e Cândido e mais o escravo Felipe por cotização entre parentes.
2 de abril de 1888
Canguçu era o 2º Município da Província em número de escravos e os declarou todos livres nesta data, cerca de 40 dias antes da Lei Áurea.
2 de abril de 1895
Foi organizado em Canguçu o 34º Corpo da Guarda Nacional ao comando do Tenente Coronel João Paulo Prestes, que escapara milagrosamente do massacre por degola da Cavalaria Civil
1º de abril de 1916
Visitou Canguçu o vice-presidente do Estado no exercício da Presidência, General Salvador Pinheiro Machado.
19 de abril de 1923
O General Zeca Netto entrou em Canguçu pela 3ª vez, permanecendo 3 dias.
23 de abril de 1923
A Força Estadual ao comando superior do canguçuense Coronel. Juvêncio Maximiano Lemos, depois de escaramuçar com revolucionários no pantanoso e Coxilha do Fogo, entrou em Canguçu.
6 de abril de 1931
Foi fundado o Esporte Clube Cruzeiro, tendo como presidente o Dr. Ângelo Gama Garcia. O time foi composto por Altair Mattos Bandarra (goleiro), Cabo Rocha, Alemãozinho, Nelson e Mario Pereira, Honor Coutinho, Hipócrates S. Goulart, Dr. Joaquim Lopes, Arnaldo Motta, Manoel Gonzales e Celso Barbosa. O técnico era o Tenente Ocarlindo, do Exército.
11 de abril de 1939
Criado o Posto de Saúde de Canguçu, que realizou revolucionária melhoria das condições sanitárias da cidade. Foi seu primeiro diretor o Dr. Barros Coelho, casado com a farmacêutica Diva Barbosa Coelho, irmã de Alda Barbosa Lessa, netas de Firmina Moreira.
15 de abril de 1945
Vítima de ferimentos recebidos em combate, faleceu em Posto de Tratamento da FEB, na Itália, o canguçuense soldado Ezidro Matoso, do 6º RI em Caçapava (SP), onde seu nome está escrito em bronze, em monumento.
22 de abril de 1945
Tombou morto em ação em Zocca, na Itália, o canguçuense Hortêncio Rosa integrante do 1º RI (Regimento Sampaio) da Força Expedicionária Brasileira. Com esta perda, Canguçu contribuiu com 10% dos mortos gaúchos da FEB.
14 de abril de 1949
Visitou Canguçu o governador Dr. Walter Só Jobim, ex-aluno reconhecido do anguçuense André Puente (Patrono de cadeira na ACANDHIS). Foi recebido pelo prefeito Victor Marques Porto.
24 de abril de 1949
Canguçu recebe a visita do Ministro Clóvis Pestana da Viação e Transportes, vindo por ferrovia.
1º de abril de 1950
Tem lugar a primeira viagem de passageiros no roteiro Pelotas – Canguçu, via estação férrea. A Construção da ferrovia foi um sacrifício inútil, pois logo depois a estrutura foi erradicada.
2 de abril de 1950
Canguçu passou a integrar a Comarca da 2ª Estância.
30 de abril de 1953
Criada a Cooperativa de Consumo dos Funcionários Públicos de Canguçu.
17 de abril de 1954
Inaugurado o retrato, no Salão Nobre da Prefeitura, do Tenente Coronel João Paulo Prestes, sobrevivente republicano do massacre do Rio Negro e morto como revolucionário de 1923, no combate do Passo do Mendonça. Cidadão com relevantes serviços prestados a Canguçu.
3 de abril de 1959
Foi criado o Município de Pedro Osório, o que faz com que Canguçu perca os distritos de Estação Cerrito e Vila Freire.
19 de abril de 1959
Foi fundada a 1ª rádio emissora de Canguçu: A Rádio Liberdade Sociedade Canguçuense de Rádio. Figuram entre seus pioneiros Clóvis Rocha Moreira, Maria Cândida S. Terres e Odilon Almeida Meskó.
7 de abril de 1964
Aula inaugural da Escola Técnica de Comércio de Canguçu, criada pelo Prefeito Francisco Carlos dos Santos.
8 de abril de 1977
Morte do ex-Prefeito João de Deus Nunes (o “Queca”).
23 de abril de 1977
Concedido Título de Cidadão Canguçuense à professora Yonne Maria Sherer Bento, natural de Venâncio Aires. O merecimento foi pela prestação de mais de 25 anos de relevantes serviços como educadora.
19 de abril de 1981
Fundação do Piquete Barbosa Lessa, na Armada, tendo como patrão Moacyr Pereira Mattos.
30 de abril de 1984
Foi lançado na Casa da Cultura, em cerimônia presidida pelo Prefeito Odilon Almeida Meskó, o livro “Canguçu: Reencontro com a História”, de autoria do Coronel Cláudio Moreira Bento. A obra resgatou 183 anos de história de Canguçu de e seus antecedentes.
6 de abril de 1989
Posse da acadêmica Ceres da Rosa Goularte na ACANDHIS, na cadeira do professor Eduardo Wihelmy, fotógrafo e educador da Florida.
24 de abril de 1990
Posse na ACANDHIS do acadêmico Dr. Amilton Silveira Valente, na cadeira do Tenente Honorário do Exército Franklin Máximo Moreira, fundador do Clube Harmonia.
23 de abril de 1991
Reunião da ACANDHIS em que o acadêmico major Ângelo Pires Moreira se referiu aos seus livros “Pelotas na tarca do tempo”. A acadêmica Yone Meireles Prestes falou do andamento de sua pesquisa sobre a História da Câmara de Canguçu, e a sócia juvenil Ingrid Böhmer sobre o Concurso de 1ª Prenda em Ijuí, onde representou o CTG Sinuelo.
25 de abril de 1992
Reunião da ACANDHIS em que a acadêmica Alda Maria Jacottet faz referência ao acervo histórico no Castelo de Pedras Altas do Dr. Assis Brasil. O sócio correspondente Corálio Cabeda falou sobre estudos genealógicos que procede, os quais incluem Canguçu.
Março
3 de março de1854
Antônio Joaquim Bento, 19 anos, foi nomeado professor régio para meninos.
5 de março de 1883
A Sociedade Bailante Éden Canguçuense abriu Curso Noturno, o qual selecionou gratuitamente André Puente, Alfredo Rodrigues e Armando Silva Tavares.
27 de março de 1884
- Concerto de piano apresentado pelo professor Pedro Ezequiel Franco na sede da Câmara de Vereadores, tocando o Trovador e a Traviata. Era na terceira casa da rua da Igreja, ao lado do sobrado onde morou Zeca Albano e mais tarde Samuel Pinho de Almeida.
- A Biblioteca do Éden Canguçuense registrou a retirada de 43 livros e 18 consultas, além da visita de muitas famílias.
31 de março de 1885
A diligência Rodrigo Lemos continua a prestar bons serviços na linha Canguçu – Pelotas e Canguçu - Piratini. Para a última, saída todas as quintas-feiras.
2 de março de 1893
Partiu de Canguçu ao comando do Coronel Manoel Pedroso (Maneco Pedroso) uma coluna de piratinienses e canguçuenses civis, para integrar em Bagé forças federais e estaduais ao comando do General João da Silva Teles. Eles ajudaram a obrigar os federalistas a evacuarem a recém cercada Santana do Livramento.
22 de março de 1893
Teve lugar próximo ao Passo das Mortes, no passo do Quebracho, em Bagé, um combate denominado Rio Negro, entre forças do 28º BI (atual 11º BIMTz, de São João del Rei) contra federalistas de Gumersindo Saraiva. Houve um tiroteio cerrado até a chegada do Coronel Bernardino Motta, com 700 homens de Canguçu, pondo o inimigo em retirada.
12 de março de 1908
Com os reforços de gente de Canguçu e Piratini o General João da Silva Teles travou o combate de Upamaroti.
15 de março de 1923
O general Zeca Neto (Patrono de cadeira na ACANDHIS) ocupou Canguçu com auxílio do Tenente Coronel João Paulo Prates, tendo o intendente se retirado para a Estação Cerrito. Depois de permanecer nove dias em Canguçu, retirou-se com destino a São Jerônimo.
17 de março de 1908
Foi adquirida a 1ª sede do Clube Harmonia no local onde funciona a Prefeitura, na gestão do presidente Carlos Norberto Moreira, patrono de cadeira na ACANDHIS e irmão do fundador da entidade, cujo nome (Harmonia) foi uma proposta sua.
28 de março de 1923
Entrou em Canguçu, em perseguição do General Zeca Netto, a Força Estadual ao comando superior do canguçuense Coronel Juvêncio Maximiano Lemos (Patrono de Cadeira na ACANDHIS).
16 de março de 1931
Faleceu em Porto Alegre o ilustre canguçuense Coronel Genes Gentil Bento, que foi intendente de Canguçu de 1905 a 1917. Genes viveu seus últimos 14 anos em Porto Alegre, no exercício de importantes funções, como a Sub-Chefia e Chefia de Polícia e Secretário do Presidente do Estado e Notário com cartório na rua Ladeira.
8 de março de 1933
Criação da 1ª torrefação e moagem Café Cruzeiro, de propriedade dos irmãos Morena, Virgínia e Agostinho Viana. A estrutura era localizada na esquina das ruas Coronel Genes Gentil Bento e General Osório (fronteira com a Praça de Esportes).
1º de março de 1934
Fundação do Colégio Nossa Senhora Aparecida.
2 de março de 1939
Canguçu foi elevado a cidade por Decreto 311 do Presidente Getúlio Vargas, Chefe do Estado Novo.
17 de março de 1940
Foi organizada a Igreja Evangélica Batista de Canguçu pelo Reverendo Astrogildo Pacheco, tendo o primeiro batismo de seus fiéis ocorrido em 13 de novembro de 1938, no balneário onde se situa a Associação dos Funcionários do Banco do Brasil, conhecido por Banho do Seu Rostand.
17 de março de 1940
Fundado o Colégio da Igreja Evangélica Batista, tendo como professor o Reverendo Astrogildo Pacheco.
30 de março de 1940
Foi fundado o Colégio do Salvador da Igreja Episcopal, tendo como professor o Reverendo Joaquim Silveira, sendo seus ex-alunos Odilon Almeida Mesko.
8 de março de 1942
Canguçu recebeu a visita do interventor federal do Rio Grande, General Osvaldo Cordeiro de Farias, que lançou a Pedra Fundamental do Grupo Escolar e do Fórum.
4 de março de 1947
Foi instalado em Canguçu o Banco Industrial e Comércio sob a direção e na residência de Valdemar Aguiar Valente (Rua General Osório, 1016). Por 30 anos, Valdemar exerceu com zelo a função. O escritório foi transformado em Agência em 1967, ganhando o nome de Sulbanco, que por mudanças e fusões transformou-se no Banco Meridional, com sede na Rua Osório, 898.
26 de março de 1949
Inaugurado o trecho rodoviário Canguçu – Pelotas.
26 de março de 1949
Circulou o primeiro trem entre Pelotas e Canguçu.
8 de março de 1954
Inaugurado o primeiro Posto de Gasolina de Otto Manke Klug. E pouco tempo depois foram criados os Postos Esso (de Álvaro Amaral) e Atlantic (de Ari Rodrigues).
15 de março de 1954
Inaugurada a Biblioteca do Colégio Nossa Senhora Aparecida, a qual mais tarde tomou grande impulso sob a direção da Irmã Firmina Simon, cidadã canguçuense honorária.
25 de março de 1954
Foi fundado o 1º Ginásio de Canguçu no Colégio Nossa Senhora Aparecida, em cerimônia presidida pelo prefeito Conrado Ernani Bento. O Ginásio, ao final de 1957, formou 17 alunos.
5 de março de 1963
Foi fundado o Lions Clube de Canguçu, sendo presidido por José Moreira Bento.
10 de março de 1963
Inaugurado o Presídio Estadual de Canguçu, situado na Rua Sebastião Ribeiro de Souza, 140.
16 de março de 1968
Começa a funcionar o Ginásio Estadual de Canguçu, em dependência do Colégio Nossa Senhora Aparecida.
1º de março de 1989
Irmãs franciscanas assumiram a coordenação dos trabalhos na Creche Santa Isabel, no Bairro Izabel.
29 de março de 1990
Tomou posse na ACANDHIS o Acadêmico Armando Eciquo Peres, na cadeira do Coronel José Antônio de Souza Netto. Compareceu o sócio benemérito Joaquim de Deus Nunes, ex-deputado estadual. Assumiu a vice-presidência a acadêmica Yonne Maria Sherer Bento, em substituição ao major Ângelo Pires Moreira.
22 de março de 1997
Realizada reunião da ACANDHIS em que foi empossado como Presidente de Honra e sócio efetivo Odilon Almeida Mesko. Foram lançadas idéias visando os 200 anos de Canguçu. A Reunião foi presidida pela vice-presidente em exercício, acadêmica Yonne Maria Sherer Bento.
15 de março de 1998
Inaugurada a creche Madre Madalena na Vila Nova.
31 de março de 1998
Reunião da ACANDHIS para o lançamento do livro de Ilka G. Neves, com destacada participação do Colégio Nossa Senhora Aparecida sob a orientação de sua diretora irmã Cecília Rigo. A situação muito emocionou a autora. Também esteve presente o Presidente de Honra Odilon Almeida Mesko, a quem a ACANDHIS fez um forte apelo no sentido da reforma do histórico prédio da Casa da Cultura, um monumento comunitário de grande sentido histórico.
Fevereiro
Batizado o 1º canguçuense de nome Izidoro, filho dos paulistas da Freguesia da Sé (catedral no centro da capital paulista) Joaquim José de Oliveira e Francisca de Pual Costa Oliveira. Neto de Francisco Xavier Pedroso e Maria Francisca de Oliveira, paulistas e de Sebastião da Costa e Ana Maria Ascenção, naturais de Curitiba.
2 de fevereiro de 1852
O canguçuense Hipólito Pinto Ribeiro, alferes do 2º Regimento de Cavalaria Ligeira, ao comando do Tenente Coronel Manoel Luiz Osório, combateu na batalha de Monte Caseros, sendo citado como herói junto ao alferes Pedro Osório.
9 de fevereiro de 1857
Foi criada a primeira escola régia para meninas com a professora Florinda Teixeira Creuet.
27 de fevereiro de 1867
O canguçuense capitão José Henrique Barbosa escreveu, do Forte Curuzú, carta à família.
25 de fevereiro de 1884
A Sociedade Bailante Éden Canguçuense prospera. O Carnaval foi celebrado por 40 mascarados que percorriam a vila acompanhados da banda Santa Rosa. O delegado previne crimes. Chama vagabundos e turbulentos para assinatura do termo de bem-viver e fiscaliza escravos que se libertaram e vivem no santo ócio. Resultado dessa vadiação: crimes e furtos diários.
Informações veiculadas no jornal Correio Mercantil, de 27 de fevereiro de 1884.
19 de fevereiro de 1893
A comando do Coronel Bernardino da Silva Motta, uma força militar integrada por canguçuenses deixou o Município destinada a apoiar as forças estaduais e federais ao comando do porto-alegrense General João da Silva Telles, que combatia pelos governos do Estado e do Brasil a Revolução de 93, na fronteira entre Jaguarão e Santana.
Tropa que tinha como missão proteger as ferrovias dos federalistas que se concentraram no Uruguai e invadiram o Rio Grande por Capitanias.
26 de fevereiro de 1895
O intendente Coronel Leão Silveira Torres, comandando canguçuenses e piratinenses, teve uma escaramuça em Piratini com forças do federalista general Guerreiro Vitória, impedindo que este se dirigisse a Canguçu.
27 de fevereiro de 1898
A ata do Clube Harmonia registra tiroteio contra o desfile da banda de música local, acompanhada pelo povo e pelo intendente Coronel Leão Silveira Terres, resultando em três feridos. Em seguida, sob a liderança do Coronel Bernardino Mota, comandante da Guarda Nacional de Canguçu, ocuparam o telégrafo ao lado do Clube Harmonia.
Só foram dali desalojados pelo Comandante da atual 3ª Região Militar, que enviou força do Exército. Era uma desavença entre o intendente Coronel Leão Silveira Terres e o comandante da Guarda Nacional Coronel Bernardino da Silva Mota. Questão rumorosa, e que só teve fim em 4 de janeiro de 1906, com a assinatura de um Convênio de Paz proposto pelo intendente Coronel Genes Gentil Bento, e assinado pelos republicanos locais, sendo esquecidos ressentimentos passados.
15 de fevereiro de 1913
Casamento de Conrado Ernani Bento e Cacilda Moreira Bento, na chamada “Noite da Chacrinha”. O ato civil foi celebrado pelo Doutor Cândido Correia de Paiva, Juiz Distrital.
13 de fevereiro de 1927
É registrado o lamentável e deprimente episódio conhecido como a “Noite do Bambu”, em que integrantes do 12º Corpo Provisório da Brigada Militar, vestidos à paisana, comandados pelo intendente Coronel Orlando Cruz, resolveram de forma violenta uma discussão gerada na reunião política da Aliança Liberal.
Na ocasião, travaram duelo com porretes de bambu arrancados da praça. A reunião acontecia na casa particular de Alberto Tavares, hoje sede social do Clube Harmonia. As responsabilidades do episódio até hoje não foram apuradas.
21 de fevereiro de 1989
Instalada em Canguçu uma Agência do banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul).
Janeiro
Foi lançada a pedra fundamental da capela de Canguçu pelo visitador Bento Cortez de Toledo.
8 de janeiro de 1804
Depois de 4 anos de trabalho para construir a capela de Canguçu ela foi abençoada e colocado o seu sacrário pelo padre visitador Agostinho José Mendes dos Reis.
31 de janeiro de 1812
O príncipe regente D. João criou a freguesia de Canguçu junto com a de Pelotas.
24 de janeiro de 1843
O Tenente Coronel Francisco Pedro de Abreu ou Chico Pedro ou Moringue, pela primeira vez atravessou Canguçu considerando o “distrito de mais perigo e mais farrapo” tendo nesta data travado com farrapos ao comando de Bento Gonçalves, uma escaramuça na picada do Iguatemi onde perdeu um homem que ali sepultou. Passou o local a ser conhecido como Picada Caramuru, em razão da sepultura imperial que ali deixou.
Com Chico Pedro ali combateu o mais tarde capitão Jacob Fetter, natural de Campo Bom e tronco da família Fetter de Pelotas.
28 de janeiro de 1857
Canguçu foi transformado em vila e município junto com Passo Fundo, por Lei Provincial no 340 do Presidente da Província Brigadeiro Jerônimo Coelho.
3 de janeiro de 1883
Foi eleita a nova diretoria da Sociedade Bailante Éden Canguçuense presidida por por Alexandre C. da Costa e vice presidida por Armando da Silva Tavares.
9 de janeiro de 1884
Faleceu João Batista Pereira Galvão, nascido em Portugal em 1814. ele integrou a Loja maçônica Fidelidade e Esperança de Canguçu durante a Revolução Farroupilha. Prestou relevantes serviços a Canguçu como médico e cidadão.
4 de janeiro de 1906
O intendente cel. Genes Gentil Bento conseguiu unir lideranças republicanas de Canguçu fazendo com que todos concordassem e assinassem este convênio, um tratado de paz e concórdia comunitária.
31 de janeiro de 1912
Sendo intendente pela 3ª vez o cel. Genes Gentil Bento, foi comemorado o centenário de Canguçu como freguesia.
10 de janeiro de 1921
Tem lugar o primeiro grande incêndio de Canguçu, na sacristia da Igreja Nossa Senhora da Conceição, sendo pároco o espanhol padre Alberto Balaguer Valor.
3 de janeiro de 1934
O Diário Liberal de Pelotas publicou ampla reportagem sobre a inauguração da luz elétrica em Canguçu, melhoramento que contou com o decisivo apoio do interventor estadual gen. Flores da Cunha e levado a efeito na administração do prefeito Conrado Ernani Bento.
31 de janeiro de 1934
Chegada das irmãs franciscanas a Canguçu para instalarem o colégio Nossa Senhora Aparecida.
15 de janeiro de 1938
Assumiu a Prefeitura de Canguçu por nomeação pelo Estado Novo o Dr. Jaime de Faria, natural de Sapiranga. Cargo que exerceu por cerca de 7 anos até o final do Estado Novo em que os governos municipais, estaduais e federal foram assumidos pelo Poder Judiciário. Em Canguçu assumiu o juiz Dr. Osvaldo M. Barlem.
1º de janeiro de 1939
Teve lugar na Prefeitura a instalação da cidade de Canguçu, tendo a mesa diretora dos trabalhos sido presidida pelo juiz Dr. João Barros Cassal, secretariado por Conrado Ernani Bento, notário e integrada pelo Dr. Jaime de Farias, prefeito nomeado pelo Dr. Fernando Pacheco, juiz distrital etc.
1º de janeiro de 1948
Tomou pose no cargo de Prefeito para o qual fora eleito, Victor Marques Porto, proveniente da Estação Cerrito.
3 de janeiro de 1949
Faleceu e foi sepultado na catedral de Campos-RJ aos 83 anos, o canguçuense Arcebispo de Campos D. Otaviano Pereira de Albuquerque (1866 – 1949) e patrono de cadeira na ACANDHIS.
4 de janeiro de 1949
Fundação da Sociedade Espírita Trabalhadores do Evangelho em cerimônia no Atelier Fotográfico de Egídio Soares Camargo.
1º de janeiro de 1952
Tomou posse pela 3ª vez como Prefeito de Canguçu, Conrado Ernani Bento, patrono da Academia Canguçuense de História, desde 13 outubro 1988, seu centenário.
12 e 13 de janeiro de 1953
Ocorreu o segundo grande incêndio em Canguçu, do velho Sobrado sobre cujos alicerces foi construído o edifício da Câmara de Vereadores de Canguçu.
1º de janeiro de 1954
Assumiu o cargo de Prefeito para o qual foi eleito o Dr. Jacques machado da Rosa, tendo como vice-prefeito Victor Marques Porto. Faleceu no exercício do cargo sendo substituído pelo Presidente da Câmara João de Deus Nunes. Em sua administração o hospital foi concluído. Seus primeiros médicos foram os Drs. Carlos Francisco dos Santos e Emir Squeff, futuros prefeitos eleitos de Canguçu.
20 de janeiro de 1964
Instalada em Canguçu uma agência da Caixa Econômica Federal sob a direção de Ítalo Bachieri, filho do médico Dr. Victor Bachieri.
13 de janeiro de 1973
Canguçu foi atingida pelo mais violento temporal que destelhou a Igreja do Salvador, o Ginásio Estadual, o Cinema e a Associação Comercial.
13 de janeiro de 1973
Canguçu foi integrada ao Sistema da Termo Elétrica de Candiota, em cerimônia presidida pelo vice-governador em exercício Edmar Fetter, Canguçu era administrado pelo sr. Valdemar Fonseca.
22 de janeiro de 1979
Foi inaugurada agência do Banco do Estado do Rio Grande do Sul tendo como gerente geral Élson Cerezer.
